terça-feira, 13 de agosto de 2013

MEC PT LULA DILMA QUEREM ACABAR COM APAE









Eu nunca imaginei que algum dia abordaria tal texto, com esse título desanimador, por jamais imaginar que isso ocorreria no Brasil. Resumo assim: o MEC quer acabar com as APAES. O mesmo MEC que há anos vem enfileirando uma sucessão de trapalhadas em relação ao ensino, que só vem piorando em todos os níveis. Mexer agora com a APAE é adiantar que outra colossal trapalhada está a caminho.
Por isso, na quarta-feira, 7, aconteceu em todo o Brasil a Mobilização em Defesa das Políticas Públicas para as APAEs. Na ocasião, todas as Federações Estaduais das APAEs e as entidades que prestam serviços para as pessoas com deficiência no Brasil promoveram uma manifestação em frente às Assembleias Legislativas de cada Estado.
De acordo com a assessoria das APAEs, o Ministério da Educação (MEC) quer acabar com as exemplares escolas especiais, inclusive as que são mantidas pelas APAEs e prestam um serviço exclusivo e de excelência para as pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A intenção do MEC é matricular todas as pessoas com necessidades especiais nas escolas públicas da rede regular de ensino até 2016.
Várias cidades brasileiras participaram do protesto contra fechamento das APAEs. Alunos, pais e professores foram para a rua e mostraram o descontentamento em relação à proposta do Ministério da Educação. No cartaz levado por uma professora, durante a passeata na capital gaúcha, destacou-se a frase “O MEC quer acabar com as escolas especiais”. Pois essas palavras bem resumem o motivo do protesto, que engloba inclusive a irritação da população em geral, que sempre viu com simpatia a atuação das APAEs em suas cidades.
Contrários à mudança na meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE), que será votada pelo Senado Federal, no dia 14 deste mês, pais, professores e alunos das APAES em todo o país prometem ir de novo às ruas mostrar sua indignação e a não-aceitação às novas e esdrúxulas normas. Pois nesse dia 14, em Brasília, haverá uma mobilização nacional em defesa da manutenção das escolas especiais no País, como a Escola Ananias Tadeu, de São Luiz Gonzaga, e a Sol Nascente, de Santo Antonio das Missões.
Presente em 454 municípios gaúchos, a APAE/RS atende cerca de 18 mil estudantes. São crianças especiais que necessitam de atendimento especial. Nas escolas regulares elas não terão isso. Graças aos trabalhos realizados pelas professoras da APAE, uma criança consegue andar e se preparar para a alfabetização, como bem sabe quem conhece o cotidiano desse modelar tipo de escola, como é o caso deste colunista.
Antes de votarem essa enganadora proposta, esses senadores deveriam sair de suas salas de tantas mordomias e visitar essas escolas, para conhecer a realidade da verdadeira inclusão social. A população brasileira certamente não vai deixar que o MEC acabe com as APAEs. Aprovar tal proposta é uma forma de minar a capacidade financeira das APAEs, levando ao fechamento de grande parte delas por falta de financiamento. Isso deixaria as crianças especiais sem amparo e acabaria com uma escola exemplar sem paralelo em todo o Brasil.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

GUARATUBA DINHEIRO P/ PONTE TEM FALTA VONTADE POLITICA.

 

Dinheiro para a ponte de Guaratuba tem falta Mobilização politica pelos políticos Paranaenses em favor do povo do Paraná. 
O governo Federal poderá começar a liberar ainda este ano recursos para obras nas cidades do País provenientes dos  R$ 50 bilhões de investimentos previstos no Pacto de Mobilidade Urbana. A verba será liberada na medida em que os municípios começarem a licitar e apresentar seus projetos para a área. A informação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que participou nessa terça-feira da reunião do Comitê Técnico de Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana do Conselho das Cidades, com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
A reunião contou com a presença de conselheiros do comitê, representando o governo e diversos setores da sociedade, para ampliar as discussões já iniciadas pelos ministros, no começo do mês, com governadores e prefeitos das capitais do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais, do Paraná, do Rio Grande do Sul, do Ceará, da Bahia e de Pernambuco. Nessas reuniões, o governo federal recebeu propostas de novos projetos, que já estão sendo analisadas pelos técnicos dos ministérios do Planejamento e das Cidades.
O Pacto da Mobilidade Urbana foi proposto pela presidenta Dilma Rousseff no dia 24 de junho, durante reunião com 27 governadores e 26 prefeitos de capitais no Palácio do Planalto. Na ocasião, ela também anunciou a criação do Conselho Nacional de Transporte Público, com a participação da sociedade civil e de representações nos municípios.
Segundo a ministra do Planejamento, ainda esta semana terá início outra rodada de reuniões, desta vez com os prefeitos de municípios com mais de 700 mil habitantes. 'As propostas recebidas serão apresentadas ao governo e aprofundadas depois, visando a definir as diretrizes a serem seguidas, tanto em relação a projetos de execução imediata quanto naqueles mais estruturantes', disse Miriam Belchior.
O ministro das Cidades ressaltou que os debates realizados no Comitê Temático de Mobilidade Urbana do Conselho das Cidades visam a definir as políticas de mobilidade urbana que atendem melhor à população, para direcionar os investimentos corretamente com a participação da sociedade nas discussões, por meio de diversos órgãos e instituições representados.
Os ministros ressaltaram que desses debates sairão definições sobre temas como mudanças nas políticas de concessões dos transportes públicos, tarifas, e outros assuntos que envolvem diferentes aspectos da mobilidade urbana nas cidades brasileiras.
Na reunião, o representante do Conselho Nacional de Moradores (Conam) na, Getúlio Vargas Jr., disse que 'a presença de tantos técnicos do governo nos debates mostra que essa pauta é uma prioridade' e destacou que uma das preocupações do Conam 'é mudar a prioridade que foi dada até hoje nas cidades brasileiras, de carros no lugar das pessoas'. Ele também destacou a importância de fazer com a Lei de Mobilidade Urbana (12.587/2012) 'saia do papel' e se torne um instrumento efetivo de melhoria da qualidade de vida da população nas cidades do País.

#PonteQnãoSaiGuaratubaPR. Campanha Permanente Abrace esta Causa Contamos com você.

   Senhores Políticos menos Partidarismo  e mais ação pelo Estado do Paraná, o povo Clama pela ponte em Guaratuba e só depende de vocês que dependem do voto do povo. Mais ação e Amor pelo Paraná e Sua Gente. Nascimentoctba.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

#PonteQnãoSaiGuaratubaPR



Por Prof. Paulo Santos Silva.
Quem já não se sentiu irritado ao esperar minutos e mais minutos na fila do ferry boat para chegar ao lado de cá ou de lá?           Quem não perdeu o horário do compromisso, do trabalho, do encontro, da oração, por causa do atraso da balsa, que não podia sair enquanto a neblina não passasse?           Quantos não ficaram e ainda ficarão - caso nada seja feito -, nas filas que serpenteiam lentamente por vários quilômetros, horas e mais horas esquecidas nessas filas, nos feriados e época de temporada? Ah, mas nesse caso o \"turista\" está sem pressa!, pode dizer um desavisado e defensor de que o tempo deve também ser parado. E o turista nervoso por ter que passar pelo transtorno, caso venha em outro ano, se vier, sairá um dia ou dois antes só para não enfrentar a \"bendita\" fila. Quem perde com isso?           E quantas promessas já foram feitas? Inúmeras... Tantas que tornaram-se objetos da matemática, isto é, do reino dos números infinitos.
           É essa a história da Ponte de Guaratuba.
          Eu já vi gente morrer por não ter travessia! Eu já vi empresas perderem oportunidades; eu já vi estudantes perderem a rota de Guaratuba e rumar a outros centros, etc. Parece hipérboles tais depoimentos, mas não são. Eu próprio já vi e vivi drama parecido. Eu já estive por lá, num domingo à noite na esperança de embarcar na balsa do horário  da 1:00. Mas a neblina chegou antes que eu e acabei ficando até as 5:00 para conseguir chegar do lado de cá, e isso tendo que ir trabalhar às sete da manhã. Tive meu pobre carro 1.0 como aposento, o frio como cobertor e as dores no corpo pelo conforto excessivo. Não seria o caso de ter então um centro de hospedagem ao suposto cliente que paga pela travessia? E respondo que não, pois continuaria a mesma patifaria de atrasos, de filas, disso e daqui.Recentemente, surgiu a notícia de que sairia a licitação do projeto. Fiquei contente ao pensar que algum político havia se lembrado das promessas da Ponte... Oxalá fosse verdade, era véspera de eleição. O que se viu depois foi:\"Pessuti disse nesta segunda-feira (11/10), em Paranaguá, que o governo está concluindo o edital para escolha do projeto da obra, mas que a decisão de iniciar a licitação caberá ao futuro governador, Beto Richa.\"  e “O edital para a elaboração do projeto arquitetônico para uma ponte na Baia de Guaratuba ficará pronto ainda neste mês, no mais tardar em novembro’, adiantou Pessuti, durante entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (11/10), em Paranaguá.” e logo depois “Caberá ao próximo governador lançar ou não o edital.\" (21/10/10)
E o governador que veio resmungou apenas que uma ponte na baía de Guaratuba era uma ideia sem viabilidade. O que se torna verdade apenas para quem vem aqui de helicóptero, uma vez a cada quatro anos promessar.
Vê-se por aí que a voz “desse povo promesseiro” não é mesmo a voz de Deus, até mesmo porque se fosse Deus haveria uma abertura no mar e atravessaríamos à terra seca sem necessidade de tarifas ou de atrasos. A ponte em Guaratuba é ponto necessário, fundamental! A ponte é vital! A ponte é o nosso futuro em jogo neste entremeio de portos. E a defendo em cinco pontos:
1)    Com a construção dessa ponte, Guaratuba não virará um centro de passagem de caminhões como muitos dizem, já que com o porto em Itapoá, os caminhões que por aqui passam, deixarão de passar, afinal que empresa preferirá gastar numa viagem mais longa.2)    Com a construção de uma ponte, a Baía de Guaratuba não estará sendo prejudicada ambientalmente. Pelo contrário, a ponte poluirá menos que a atual travessia, pois esta despeja inúmeros litros de óleo na baía, além de impedir a livre passagem dos peixes como já verificado até por pesquisadores das entidades de ensino do litoral.
3)    Com a construção de uma ponte, Guaratuba não terá uma onda de desempregos (defesa de muitos que veem no ferry uma usina de trabalho e que para uma cidade de 32 mil habitantes tais empregos gerados pela Travessia de Guaratuba são mínimos), mas sim abertura àqueles que desejam estudar no ISEPE ou na UFPR litoral e com isso gerar novas fontes de trabalho através da pesquisa e de criações de novas fontes industriais.
4)    Com a construção de uma ponte, tanto em Guaratuba como em Matinhos há de surgir novos centros comerciais, entre eles shoppings, cinemas, teatros, indústrias, já que haverá a facilidade de ir e vir e, com isso, uma soma das populações dessas cidades, levando a aumentar também a oferta, principalmente de ônibus coletivo, o que aqui é precário.
5)    E a verdade maior que ninguém viu até hoje: com uma ponte teremos livre acesso ao hospital regional, às entidades de ensino e pesquisa, ao turismo de lá e de cá, bem como pessoas de lá poderão estar por aqui, aumentando o fluxo comercial, entre outros. E isso nada mais é do que o Direito de ir e vir pregado pela Constituição. Ou esta prega que é necessário pagar para visitar o outro lado de GUARATUBA.

terça-feira, 26 de março de 2013


O Significado e os Símbolos da Páscoa



O Significado e os Símbolos da PáscoaO nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" (passagem), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu. Esta libertação foi marcada pela travessia do Mar Vermelho, que se abriu para "passagem" dos filhos de Israel que Moisés conduziria para a Terra Prometida.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria.
                                                   Os Ovos de PáscoaDe todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças. O ovo traz a idéia de começo de vida. Os povos antigos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes o bem. Os chineses costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
Os cristãos foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando o nascimento para uma nova vida, a ressurreição de Jesus Cristo, que nos deu a Salvação e a Vida Eterna.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma. Os ovos não eram uma guloseima, como se conhece hoje. Eram mais um presente decorativo, original, simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova.
                                                            Os CoelhosA tradição do coelho da páscoa foi trazida para as Américas pelos imigrantes alemães em meados do século XVIII. O coelho visitava as crianças e escondia os ovinhos para que elas procurassem. No antigo Egito o coelho simbolizava o nascimento, a vida. Em outros pontos da terra era símbolo da fertilidade, pelo grande número de filhotes que nasciam.
Uma lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dar aos filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho teria passado correndo. E daí veio a fama de o coelho entregar os ovos.
O coelho simboliza a Igreja que, pelo poder de Cristo, é fértil em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
                                                            O CordeiroO cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. É o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa do Antigo Testamento. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães sem fermento e com o sacrifício de um cordeiro.
Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.
                                                       O pão e o vinhoO pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Santa Ceia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas arrependidas, de fé e boa vontade.
A instituição da Santa Ceia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, isto é o meu corpo... Isto é o meu sangue...".
O pão e o vinho na Santa Ceia são mais que um símbolo. É a presença real e verdadeira de Cristo junto do seu povo, para perdão vida e salvação.
  • A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade. Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição por nós, paratambém termos vida, vencermos a morte e vivermos eternamente com Ele no céu após sua segunda vinda.  

                                                     Outros símbolosExistem outros símbolos da Páscoa como o girassol, o círio e a colomba pascal. Mas estes analisaremos em outra oportunidade.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ministra Gleice Hoffmann Quase Nada faz pelo Paraná

PARANÁ:Curitiba Região Metropolitana  tem obra excluída do PAC

Matriz de Responsabilidades do Mundial sofre revisão com 20 mudanças e aborta o projeto do Corredor Metropolitano de Curitiba. E a Ministra Gleice Hoffmann Politiqueira nada faz pela Região Metropolitana de Curitiba e ainda quer ser Candidata a Governadora do Paraná.

27/12/2012 | 00:04 | Redação e agências
O Corredor Metropolitano, projeto de mobilidade urbana mais problemático do PAC da Copa no Paraná, foi oficialmente excluído ontem do rol de obras locais para receber o Mundial de 2014. A retirada foi autorizada pelo Grupo Executivo da Copa (Gecopa) após a revisão e atualização da Matriz de Responsabilidades para a Copa do Mundo.
Ao todo, são 20 modificações no país, com a inclusão de oito projetos de mobilidade urbana e exclusão de seis obras, sendo cinco de mobilidade e uma de aeroporto. As demais são atualizações de projetos.
Segundo informações do Ministério do Esporte, o Corredor Metropolitano foi suprimido a pedido do governo do Paraná. A intenção de abortar projeto havia sido antecipada à Gazeta do Povo pelo presidente da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), Gil Polidoro, há dois meses, após a divulgação de um relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TC-PR) apontando atraso em todas as intervenções na cidade para a Copa. O documento do órgão de controle também alertava para o aumento nos custos locais para receber o Mundial, que chegariam a R$ 1 bilhão.
A obra do governo excluída previa 79 km de vias para interligar Curitiba aos municípios vizinhos. Orçada em R$ 130,7 milhões, custaria na verdade R$ 505 milhões. “É o projeto mais equivocado, com inviabilidade técnica e financeira”, definiu Polidoro à época.
“Foi um erro lá atrás. Não havia um projeto definitivo. Se trabalhava sobre estimativas e os valores foram aumentando. A exclusão já era esperada”, disse ontem o secretário municipal da Copa, Luiz de Carvalho. Ele adiantou que nenhuma obra a cargo da prefeitura de Curitiba sofreu alteração com a revisão publicada ontem. Autoridades estaduais procuradas pela reportagem não atenderam as ligações.
Revisão
A modificação na Matriz de Responsabilidades foi autorizada em resolução publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira. Com as alterações, são 122 obras e ações previstas para a Copa de 2014, com um valor total de R$ 25,58 bilhões em investimentos.
Entre os projetos incluídos, todos de mobilidade urbana, estão: obras de acesso ao Beira-Rio, em Porto Alegre; obras da estação de metrô Cosme e Damião e do viaduto da BR408, no Recife; intervenções no entorno do Maracanã e da estação multimodal da Mangueira, no Rio; obras de acessibilidade e rotas de pedestres em Salvador; e intervenções viárias no entorno do Itaquerão, em São Paulo.
Além do Corredor Metro­­politano, outras cinco obras foram excluídas no país. O monotrilho e o BRT de Manaus e o monotrilho de São Paulo saíram das previsões a pedido dos respectivos governos. Estão fora do PAC da Copa ainda a reestruturação da Avenida Engenheiro Roberto Freire de Natal, também a pedido do governo do Rio Grande do Norte, e a ampliação da pista do aeroporto de Porto Alegre, a pedido da Infraero.
Dentro das atualizações, quatro obras tiveram um aumento de pelo menos 25% no valor do empreendimento. São elas: reforma do Estádio Nacional de Brasília; reforma e ampliação do terminal de passageiros e adequação do sistema viário de Fortaleza; Projeto do terminal marítimo do Rio; e terraplenagem do terminal de passageiros 3 do aeroporto de Guarulhos (SP).
                                                            COMENTARIO

         Esta é a Ministra Paranaense que não defende os Interesses do Estado do Paraná só porque é oposição ao governador do Paraná que não é de seu Partido, sacrificando o povo da Região Metropolitana de Curitiba.  Eleita senadora pelo Estado do Paraná e agora Ministra da Casa Civil do Gov Dilma quase nada tem feito ao estado do Paraná e ao povo Paranaense a não ser Politica Rancorosa, Contra o Paraná e seu Povo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

GRAVIOLA

Graviola (Annona Moricata) é fruto de uma árvore com altura de 5 a 6 metros, proveniente em sua maioria de reservas indígenas das áreas tropicais ao Sul e Norte das Américas, inclusive da Amazônia. Possui folhas lustrosas, de verde intenso, e produz um fruto comestível com formato semelhante a um grande coração, de coloração verde amarelada, apresentando falsos espinhos carnosos, curtos e moles. Seu peso varia entre 1 e 6 quilos, sendo 65% polpa, e por esta razão é muito utilizada para sucos e sorvetes.
Graviola
Flor de Graviola
Todas as partes da árvore da Graviola são usadas em medicamentos naturais nos trópicos: casca, folhas, raízes, frutos e sementes. São atribuídas diferentes propriedades e usos às diversas partes da árvore. Geralmente se utiliza a fruta e o suco para tratar vermes, parasitas e febres, para aumentar o leite no período de lactação e como um adstringente para diarréia e disenteria.
As sementes esmagadas são usadas como vermífugo contra parasitas internos, externos e vermes. A casca, as folhas e a polpa são consideradas sedativas, antiespasmódicas, hipotensivas e relaxantes. Utiliza-se também como chá para tratar várias desordens orgânicas. Os índios ocidentais usam as folhas por suas propriedades sedativas e os brotos jovens ou as folhas são considerados remédios para problemas hepáticos, tosse, catarro, diarréia, disenteria e indigestão.
Graviola
Planta de gravioleira com frutos ensacados
No Equador, as folhas são utilizadas como analgésico e antiespasmódico. As folhas frescas trituradas são usadas em forma de cataplasma para aliviar reumatismo, eczema e outras afecções de pele. A seiva das folhas novas é utilizada em erupções de pele.
A Graviola tem uma história longa e rica de uso como "medicamento" herbário, sendo utilizada por indígenas ao longo dos anos. Nos Andes Peruanos usa-se um chá das folhas para tratar catarro e a semente esmagada para eliminar parasitas. Na Amazônia Peruana a raiz profunda e as folhas são usadas para diabetes, e como um sedativo e antiespasmódico. Tribos indígenas da Guiana fazem uso da folha e da raiz em forma de chá como sedativo e tônico para o coração.
Na Amazônia Brasileira, usa-se um chá das folhas para problemas do fígado e o óleo das folhas e da fruta verde é misturado com óleo de azeitona e usado externamente para nevralgia, reumatismo e dores de artrites. Na Jamaica, Haiti e Índia ocidental, o suco da fruta é usado para febres, parasitas e diarréia. A raiz e as folhas são usadas como antiespasmódico, como sedativo, para o fortalecimento muscular do sistema cardíaco, tosses, gripes, asma, hipertensão e parasitas.
Desde 1940, cientistas já haviam descoberto diversos compostos bioativos e fitoquímicos nas várias partes da Graviola. Seus muitos usos como medicamento natural foram validados por esta pesquisa científica e os estudos mais recentes foram feitos entre 1941 e 1962. Vários estudos realizados por diferentes pesquisadores demonstraram que a raiz e também as folhas possuem ação hipotensiva, antiespasmódica, vasodilatadora, relaxante do músculo liso e em atividades de cardiodepressão em animais.
Pesquisas confirmaram as propriedades hipotensivas das folhas da Graviola novamente em meados de 1991.
Vários estudos demonstraram que as folhas, polpa, raiz, talo e sementes extraídas da Graviola possuem ação antibacteriana contra numerosas patogenias e que a raiz tem propriedades antifungicidas. As sementes da graviola demonstraram propriedades de ação antiparasita em um estudo feito em 1991, e um extrato de folhas mostrou ser ativo contra malária em dois outros estudos em 1990 e 1993.
As folhas, raízes e sementes da Graviola demonstraram propriedades de ação antisséptica ativa em um estudo feito em 1940. Em 1997, num estudo clínico mais recente, foram encontrados alcalóides no fruto da Graviola com efeitos anti-depressivos em animais.
Em 1976, um programa de blindagem da planta realizado pelo Instituto Nacional do Câncer, constatou que as folhas e o talo da Graviola possuem ativos citotóxicos que agem contra células do câncer. Muitas pesquisas com a Graviola focalizam um conjunto moderno de ativos fitoquímicos chamado ACETOGENINA. Este potente antitumor, pesticida e suas informações técnicas e propriedades científicas foram cadastradas e patenteadas.
A Graviola produz combinações naturais de folhas, raízes e ramos que têm sido documentadas por possuírem potente ação e propriedades de ação pesticida. Estudos realizados em três laboratórios determinaram recentemente que o ativo fitoquímico ACETOGENINA é um soberbo inibidor do Complexo I nas mitocondrias e no transporte de elétrons nos sistemas de vários organismos, inclusive com tumores .
Pesquisas em várias espécies de plantas Annona encontraram muitos fitoquímicos ACETOGENINA extremamente potentes. Muitos deles têm citotoxicidade com valores ED50 tão baixos quanto 10-9 ug/ml. Combinações de componentes ativos da Graviola e outras plantas da família Annona foram submetidos à tela NIH anti-AIDS pela Universidade de Purdue e seus trabalhos continuam com várias outras espécies de plantas ativas da família de plantas Annona.
Assim, a Universidade de Purdue e seus pesquisadores registraram nove pesquisas, adquirindo patentes americanas e/ou internacionais dos estudos e conclusões sobre os efeitos antitumor e inseticida com o uso destas ACETOGENINAS. Três diferentes grupos de pesquisa isolaram novas combinações nas sementes e folhas da Graviola que demonstraram ter efeito antitumor significante, além de anticancerígeno e com toxicidade seletiva contra vários tipos de célula de câncer e publicaram oito estudos clínicos de suas descobertas .
Um estudo demonstrou que uma ACETOGENINA na Graviola era citotóxica em células retiradas do adenocarcinoma de cólon (câncer do cólon), devido a uma ação quimioterápica 10.000 vezes mais potente que drogas quimioterápicas, geralmente usadas nestes casos. Pesquisas sobre o Câncer são contínuas com a Graviola, e em 1998 foram publicados quatro novos estudos que tinham estreita relação com este fitoquímico específico, demonstrando ação anticancerígena mais forte e propriedades antivirais.
Diferente da quimioterapia, a Graviola não destrói células saudáveis, por possuir ação seletiva contra células cancerígenas, podendo ser combinada com Vitaminas A, C, E e Selênio para esta finalidade.
As Acetogeninas de Annonaceous só são encontradas na família Annonaceae. Em geral, foram registradas várias Acetogeninas com ação antitumor, antiparasita, pesticida, antiprotozoária, anti-bulimia, antelminico e atividades de ação antimicrobiana. Houve muito interesse nas substâncias químicas que demonstraram potentes propriedades antitumor e vários grupos de pesquisa estão tentando sintetizar estas substâncias químicas.
No jornal "O Diário de Produtos Naturais" em 1999 eles relataram: "As Acetogeninas de Annonaceuos prometem ser os mais novos agentes antitumor e pesticida que só são encontrados nas plantas da família Annonaceae. Quimicamente, eles são derivados de longa cadeia de ácidos gordurosos. Biologicamente eles exibem seus potentes bioativos por depleção de níveis de ATP por inibir o complexo I das mitocôndrias e inibindo a oxidação de NADH de membranas de protoplasma de células tumorais. Assim, eles contrariam os mecanismos de defesa dos ATP "dirigidos".
Outra revisão no Relatório Científico Skaggs, de 1997-1998, demonstrou que as Acetogeninas de Annonaceous, particularmente aquelas com esfera adjacente bis-tetrahydrofurano(thp), possuíam notável citotoxidade, ação antitumor, antimalária e pesticida, eliminando a debilidade imunológica e a bulimia. Muitos destes derivados de ácidos gordurosos têm esqueletos de carbono semelhantes. Sua diversidade notável se origina principalmente da configuração relativa e absoluta das várias funções do oxigênio de seus Estereogênicos,

A Universidade de Purdue administrou pesquisas em Acetogeninas de Annonaceas que foram orientadas pelo Instituto Nacional de Saúde. Em uma de suas revisões, intitularam Avanços Recentes em Acetogeninas Annonaceous, declarando: As Acetogeninas de Annonaceous são substâncias enceradas que consistem em longa cadeia C32 ou C34 de ácidos gordurosos que foram combinados com uma unidade 2-propanol a C2, para formar um lactone. Eles só são encontrados em gêneros específicos da família da planta Annonaceae.
Suas diversas bioatividades, tais como antitumor, imuno-restaurador, pesticida, antiprotozoária, anti-bulimia, antelminica, e os agentes de ação antimicrobiana atraem cada vez mais o interesse mundial.
Recentemente relatou-se que a Acetogenina de Annonaceas pode inibir seletivamente o crescimento de células cancerosas e também inibir o crescimento da resistência ao remédio alopata adriamicina contra as células cancerosas. Como foram administradas mais Acetogeninas em ensaios isolados de citotoxidade, notamos que embora a maioria das Acetogeninas sejam potentes entre vários tipos de células humanas de tumores, alguns dos derivados de tipos diferentes de estruturas e algumas posições equivalentes, mostraram notável expressão entre certas amostras de células, contra câncer de próstata (PC3) por exemplo.
Nós agora entendemos os modos primários de ação para a Acetogenina. Elas são inibidoras potentes de NADH: oxido-redutora de Ubiquinona, que está em uma enzima essencial no Complexo I, que conduz a fosforilação oxidativa na mitocôndria.
Um relatório recente mostrou que agem diretamente na estrutura Ubiquinona-catalítica dentro do Complexo I e nas dehidrogenases de glicose microbiano. Elas também inibem a oxidação da NADH Ubiquinona-unido, que é peculiar às membranas de protoplasma de células cancerosas.
Em 1997, o Informativo da Universidade de Purdue publicou notícias promissoras sobre as Acetogeninas de Annonaceas: Não são efetivas apenas em tumores mortais, que provaram resistência a agentes anti-câncer, mas também parecem ter uma afinidade especial por tais células resistentes. Em várias entrevistas depois que esta informação foi publicada, o farmacólogo chefe da pesquisa de Purdue explicou que as células de câncer que sobrevivem à quimioterapia podem desenvolver resistência ao agente originalmente usado contra elas como também para outro, até mesmo drogas sem correlação.
Ao fenômeno de resistência a multi-drogas usa-se o termo MDR. Ele explica que tal resistência ocorre em uma porcentagem pequena de células de câncer quando elas desenvolvem uma "transferência de fluido Pglycoprotein média", capaz de empurrar os agentes de anti-câncer para fora da célula, antes que eles possam matá-la. Células normais raramente desenvolvem tal transferência de fluído.
"Se houvesse esta transferência de forma tão facilitada, todas as células a fariam". Mas nem todas as células o fazem, afirma o pesquisador de Purdue: "Talvez em uma determinada população de células de câncer em uma pessoa, só 2% das células de câncer possuam esta "bomba" de transferência. Mas são estes 2% de células de câncer que eventualmente crescem e se expandem para criar tumores resistentes a drogas.
Eles voltam a afirmar que alguns estudos tentaram evitar estas transferências, mantendo as células ocupadas com volumosas doses de outras drogas, como o agente de pressão sanguínea verapamil. Deste modo, esperou-se que algumas das drogas anti-câncer entrassem na célula e destruíssem isto. Mas isto só causou, potencialmente, efeitos colaterais fatais como perda de pressão sanguínea".
No jornal do Câncer, os pesquisadores de Purdue informaram que a Acetogenina de Annonaceas, bullatacin, multi-drogas matou células de câncer resistentes porque bloqueou a produção de adenosina triphosphate-ATP - o componente principal de transporte de energia do corpo."Uma célula, para resistir à ação de multi-drogas, requer uma tremenda quantidade de energia para transferir fluído e expulsar coisas para fora da célula".
O Farmacologista responsável pela Universidade de Purdue disse: " Inibindo a produção de ATP, nós estamos puxando a tomada essencialmente da sua fonte de energia". Mas que efeitos sobre os ATP sofrem as células normais? "Células de câncer padrão podem minimizar o efeito desta combinação porque eles não requerem quantias vastas de energia exigidas pelas células de transferência de fluído", completa o pesquisador. A célula resistente está usando sua energia extra para esta transferência e também para crescer, assim realmente é agrupada sua energia. Quando nós desarrumamos esta energia provinda da célula, nós a matamos".
No Jornal de Química Medicinal, os pesquisadores de Purdue descreveram um estudo de 14 combinações de Annona que parecem ser potentes bloqueadores de ATP, incluindo vários que só são encontrados na Graviola". Este estudo nos mostra como maximizar esta atividade, assim temos uma idéia satisfatória do que compõe o que gostaríamos de testar em animais com tumores resistentes a multidrogas," concluem. As pesquisas sobre o câncer serão obviamente contínuas, onde plantas importantes e substâncias químicas de plantas sofrerão contínuos testes, feitos por companhias farmacêuticas e universidades. Estas pesquisas e testes levam a novas pesquisas que tentam sintetizar estas substâncias químicas em novas drogas de quimioterapia.
PAÍSES QUE FAZEM USO DA GRAVIOLA: ESTADOS UNIDOS, CANADÁ e MÉXICO

USOS ETINOBOTÂNICOS: Antiespasmódico, Adstringente, Desodorizador Corporal, Diarréia, Feridas, Úlceras, Malária (Doenças Tropicais em Geral), Tranqüilizante, Expectorante, Próstata, Função Pancreática, Diabetes I e II, Depressão, Sistema Nervoso Central, Alcoolismo, Funções Digestivas e Intestinais, Depurativo Sangüíneo, Terrenos Cancerígenos e HIV (AIDS), Epilepsia, Parkinson, Escleroses, Artrite e Artrose, Lupos e Leucemia.
OUTROS USOS: Há cerca de um ano a Comunidade Européia, principalmente a Alemanha, está utilizando a Graviola com muito sucesso, seguindo aplicação similar aos Estados Unidos.